Cai percentual de pessoas abaixo da linha de pobreza no Espírito Santo

Segundo o IBGE, em 2017, 21,2% da população capixaba vivia em condição de pobreza e 4,9% em situação de extrema pobreza. No ano seguinte, essas taxas caíram para 20,8% e 4%, respectivamente

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O percentual de pessoas que vivem abaixo da linha de pobreza e de extrema pobreza no Espírito Santo caiu em 2018, na comparação com o ano anterior. Em 2017, 21,2% da população capixaba vivia em condição de pobreza e 4,9% em situação de extrema pobreza. No ano seguinte, essas taxas caíram para 20,8% e 4%, respectivamente.

As informações são da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais (SIS) 2019, divulgada nesta quarta-feira (06) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo critério adotado pelo Banco Mundial, é considerado pobre quem ganha menos do que o equivalente a uma renda domiciliar per capita de R$ 420,00 por mês. Já quem recebe menos de R$ 145,00 mensais per capita é considerado abaixo da linha da extrema pobreza, conforme o Banco Mundial.

Por outro lado, 3,6% da população capixaba residia em domicílios com rendimento domiciliar mensal per capita de mais de cinco salários mínimos.

Ainda de acordo com o levantamento, aproximadamente 171,1 mil capixabas (4,3% da população) residiam, no ano passado, em domicílios alugados cujo valor mensal do aluguel era igual ou superior a 30% do rendimento mensal. Além disso, cerca de 153,7 mil pessoas moravam em locais com mais de três moradores por dormitório.

Desigualdade

A pesquisa também constatou que o Espírito Santo é o nono estado com menor desigualdade de renda do país, levando-se em consideração os índices de Gini e de Palma, ambos indicadores de desigualdade. O Índice de Gini no Espírito Santo foi de 0,509 em 2018, enquanto o Índice de Palma, no mesmo período, foi de 3,39.

Folha Vitória

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