Ascensão de Vitória à metrópole diminui relevância do Rio no Sudeste, aponta IBGE

Divisão Urbano-Regional 2021 foi divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)

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Foto: Diego Alves

Uma das três novas metrópoles do país, Vitória ficou com parte do protagonismo e da influência que pertencia ao Rio de Janeiro na região Sudeste.

É o que mostra a publicação Divisão Urbano-Regional 2021, divulgada nesta quarta-feira (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que identificou e delimitou regiões de articulação urbana das 15 metrópoles e de duas capitais regionais do Brasil.

De acordo com o IBGE, a ascensão de Vitória à metrópole centralizou todo o Espírito Santo na capital. Dessa forma, o Rio de Janeiro, que em 2013 abarcava todas as regiões intermediárias capixabas chegando até a região intermediária de Teixeira de Freitas, na Bahia, passou a ficar circunscrito, basicamente, aos seus limites estaduais.

“Por causa da ascensão de Vitória como metrópole, é possível dizer que o Rio de Janeiro perdeu relevância em seu contexto regional nesta edição do estudo”, explicou Maria Monica O’Neill, analista da pesquisa.
O estudo mostra também que a capital fluminense perdeu influência em outros dois estados. Na Bahia, a região de Teixeira de Freitas passou a ser influenciada por Salvador. Já em Minas Gerais, a região de Juiz de Fora agora atua subordinada a Belo Horizonte.
Além de Vitória, Florianópolis e Campinas (SP) também ascenderam ao nível de metrópole em 2020.
O estudo mostra que essas cidades “reconfiguraram o quadro urbano-regional que abrange as regiões vizinhas”.

A publicação com o estudo completo está disponível na internet.

G1 ES

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