Espírito Santo se mantém com nota máxima em classificação do Tesouro Nacional

Além da gestão capixaba, Rondônia também ganhou 'Nota A'; o indicador mostra que os Estados têm capacidade de cumprir com suas obrigações financeiras e poupar recursos

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De acordo com um levantamento divulgado nesta segunda-feira (24) pela Secretaria do Tesouro Nacional, vinculada ao Ministério da Economia, o Espírito Santo se manteve com a nota ‘A’ na chamada Capag (capacidade de pagamento).

Rondônia também entrou na categoria A e o Piauí deixou de integrar o grupo, ao passar de B, em 2019, para C, em 2020. De acordo com os critérios, apenas Estados com classificação A ou B podem contrair empréstimos garantidos pelo Tesouro.

O resultado foi obtido seguindo a metodologia que avalia três indicadores: endividamento, poupança corrente e liquidez. O primeiro indicador é calculado pela relação entre a dívida consolidada e a receita corrente líquida. O segundo é definido pela relação entre a despesa corrente e a receita corrente ajustada. Já o terceiro é calculado pela relação entre as obrigações financeiras e a disponibilidade de caixa bruta. Em todos os três indicadores, o Espírito Santo recebeu a nota máxima.

O indicador mostra que o Estado tem capacidade de cumprir com suas obrigações financeiras e poupar recursos.

No total, também estão habilitados a tomar empréstimos garantidos pela União os estados do Acre, Alagoas, Amazonas, Ceará, Pará, Paraíba, Paraná e São Paulo.

Por outro lado, 16 unidades federativas não podem fazê-lo. Além da piora do Piauí para a nota C, 12 estados mantiveram esta classificação na comparação com o ano anterior: Bahia, Distrito Federal, Goiás, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Roraima, Santa Catarina, Sergipe e Tocantins.

Com nota D, continuaram os Estados de Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro.

Folha Vitória / UOL / Governo do ES

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