Fonte: Pixabay/Divulgação

Em 2019, 58 mil produtores rurais do País aderiram ao Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR), demandando R$ 440 milhões, ou 100% dos recursos ofertados pelo governo federal para subsidiar parte do valor das apólices. Já a importância total segurada foi de R$ 20 bilhões para cobrir 6,9 milhões de hectares, ou 50% a mais ante 2018 e o maior valor nominal desde o início do programa governamental, em 2005. Os números foram divulgados pelo Ministério da Agricultura, em nota.

Assim, cada R$ 1 investido em subvenção resultou, em média, em importância segurada de R$ 45,76. As culturas que pleitearam maior aporte de recursos no ano passado foram a soja, com 47,7% (R$ 209,9 milhões), milho 2ª safra (20,7% ou R$ 91,2 milhões), trigo (7,1% ou R$ 31,5 milhões), maçã (5,6% ou R$ 24,8 milhões) e uva (5% ou R$ 22,4 milhões).

As Regiões Norte e Nordeste aumentaram em 128% as contratações de apólices de seguro rural. Além disso, houve aumento de 288% no seguro de lavouras de cana-de-açúcar e 88% no de café. A pasta informou, também, que agora há 14 empresas participantes do PSR, ou 3 a mais ante 2018.

Conforme o diretor do Departamento de Gestão de Riscos do ministério, Pedro Loyola, o porcentual de produtores que contrataram o seguro com apoio do governo federal pela primeira vez alcançou 24%. “Isso demonstra que a política de incentivo está funcionando, ou seja, a cada ano novos produtores estão aderindo ao seguro rural como uma ferramenta de mitigação de riscos da sua atividade.” Um dos atrativos, segundo ele, foi a redução das taxas médias do prêmio para as principais culturas.

Estadão Conteúdo

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